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Parcerias entre São Lourenço dos orgões e Acarinhar |
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Procura de parcerias nacionais e internacionais, divulgação de casos de paralisia cerebral, promoção e difusão de medidas de prevenção da patologia, são áreas particulares sobre as quais assenta o protocolo ontem assinado entre as instituições de Victor Baessa e Teresa Mascarenhas
João Teves, 9 Fevereiro – Com a co-responsabilização de todos os agentes sociais e privilegiando uma dinâmica de trabalho interinstitucional, enquanto instrumento estratégico para a inserção de todos os cidadãos, foi ontem subscrito em São Lourenço dos Órgãos um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal local e a Associação Acarinhar.
O protocolo baseia-se em sete cláusulas, com efeito imediato, por um período indefinido, caso não haja renúncia de nenhuma das partes.
No quadro do dossier rubricado, as duas instituições comprometem-se a promover a reabilitação, a inclusão e a valorização social das pessoas com paralisia cerebral, situações neurológicas afins e outras, no Município de São Lourenço dos Órgãos.
Refira-se que a cooperação entre as partes vai nortear-se pelos princípios de respeito mútuo e da liberdade de decisão de cada uma delas quanto ao interesse e oportunidade de desenvolvimento de acções, tendo em conta as experiências já adquiridas.
Avaliação e elaboração do plano de intervenção de crianças com paralisia cerebral no concelho dos Órgãos; apoio na formação de técnicos, dirigentes e especialistas nas áreas de reabilitação e integração socioeducativa e profissional das pessoas com essa enfermidade; organização, realização e divulgação de acções de sensibilização para as famílias dos afectados, motivando as para a defesa dos seus interesses e assumpção das suas responsabilidades, são os domínios específicos desta cooperação.
Para a execução do pacto, ontem assinado, a Câmara Municipal de São Lourenço dos Órgãos e a Associação Acarinhar comprometem-se também a criar sinergias visando a organização e promoção da integridade da pessoa com paralisia cerebral, através do desenvolvimento das suas potencialidades; a promover actividades culturais, recreativas e desportivas a nível regional, nacional e internacional, nas vertentes do laser, dos tempos livres e da competição para esses deficientes.
As famílias vão também ser contempladas com acções que visem melhorar as suas condições de vida, nomeadamente na educação, acesso ao emprego, capacitação através da formação profissional para a reabilitação das habitações. Procura de parcerias nacionais e internacionais, divulgação de casos de paralisia cerebral, promoção e difusão de medidas de prevenção da patologia, são outras áreas particulares sobre as quais assenta o protocolo entre as instituições de Victor Baessa e Teresa Mascarenhas
Ofertas diversas às crianças vítimas de paralisia cerebral, por um grupo de estudantes nacionais no Brasil, marcaram o acto formal da assinatura do protocolo.
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Associação Acarinhar apoia crianças com paralisia cerebral de Órgãos |
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 A Associação Acarinhar, com sede na Praia, assina hoje, 8, um protocolo de cooperação com a Câmara Municipal de S. Lourenço dos Órgãos e a empresa Loy Engenharia. Durante o acto serão distribuídos às crianças com paralisia infantil de seis jardins infantis daquele concelho de Santiago equipamentos diversos e uma cesta básica, recolhidos durante a campanha de solidariedade «Doe Carinho». O acto inicia às 10 horas, no Centro da Juventude em João Teves dos Órgãos. O presidente da AC, Teresa Mascarenhas, avança que, primeiramente, serão entregues duas cadeiras de rodas a duas crianças portadoras de paralisia cerebral, sendo uma das quais oferecida pela associação ADEF de S.Vicente e a outra pelos país de uma criança deficiente. A mesma fonte garante que será igualmente distribuído um conjunto de materiais, composto principalmente por bonecos e materiais didácticos, a seis jardins do Município de São Lourenço dos Órgãos que acolhem crianças vítimas da paralisia cerebral. Familiares destas vão ainda, segundo Teresa Mascarenhas, receber uma cesta básica, composta por fraldas, leite, Iugurt e papa. Estes produtos foram recolhidos durante uma campanha, na Casa Felicidade e Firma Calú & Ângela, promovida por um grupos de universitários cabo-verdianos a estudar no Brasil, que se encontra neste momento de férias em Cabo Verde. «Além de ajudar as famílias das crianças deficientes, os dois protocolos assinados visam criar uma sinergia entre a Câmara de São Lourenço dos Órgãos, a empresa Loy Engenharia e a Associação Acarinhar para fomentar actividades geradoras de rendimentos», conclui a presidente desta organização não governamental cabo-verdiana. |
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“Acarinhar” inclui crianças com paralisia cerebral |
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 Um mês depois de ser apresentada ao público, a Campanha da Associação “Acarinhar”, sob o lema “Cada Jardim, Uma Criança com Paralisia Cerebral – Juntos pela Igualdade”, supera as expectativas dos promotores. De acordo com a presidente da Associação “Acarinhar”, Teresa Mascarenhas, “já atingimos a meta e há uma perspectiva de a ultrapassar”. A colectividade de Mascarenhas pretende sensibilizar a sociedade civil para a inclusão das crianças com Paralisia Cerebral (PC), nos jardins infantis. A Campanha é direccionada, principalmente, para o Ensino Pré-Escolar. Apesar de todas as crianças terem o mesmo direito, independentemente do seu estado psíquico e físico, a maioria dos professores não estão preparados para lidar com este tipo de caso. É nesta perspectiva que Mascarenhas adianta que a “Acarinhar” vai “apostar fortemente na capacitação dos recursos humanos, de modo a darmos respostas às demandas da sociedade”. Foram vários os parceiros que se associaram à “Acarinhar”, nesta Campanha. No rol dos parceiros, estão o Ministério da Educação e Ensino Superior – que vai oferecer “kits” de materiais didácticos aos jardins que acolham crianças com PC (Paralisia Cerebral) -, o Ministério da Saúde, o ICCA (Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente), o FCS (Fundo Cabo-Verdiano de Solidariedade), assim como os jardins da Cruz Vermelha, da Infância Feliz, da Igreja do Nazareno, e a Aldeia Infantil SOS de Ribeirão Chiqueiro (no concelho de São Domingos). CONVIVER PARA INTEGRAR
De acordo com o Censo’2000, a nível nacional, existiam mil 541 crianças com PC, sendo a cidade da Praia, o concelho onde se registava o maior número. Dos dados avançados pela presidente da “Acarinhar”, a nível nacional, 20 crianças já conseguiram a sua integração, no pré-escolar, mas ainda faltam 40. No Ensino Básico Integrado falta colocar 25 portadores da PC. Apesar da evolução da sociedade cabo-verdiana, ainda há muitas pessoas portadoras de deficiências que são vítimas de discriminação, não dispondo de acesso a bens públicos, e que têm de ultrapassar muitas barreiras arquitectónicas. A “Acarinhar” tem desenvolvido um papel muito importante junto destas crianças, e já conseguiu tirar muitas da solidão. Mascarenhas apela à sociedade civil para ajudar na integração destas crianças, relevando que a “Acarinhar” quer “trazer a público estas situações”, para que cada um possa “assumir, de facto, o seu papel”.
Ângela Pereira Voltar |
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"ACARINHAR " celebrou dois anos da sua existencia |
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 “Juntos pela Igualdade” foi o lema da jornada, que culminou com a assinatura de protocolos da ACARINHAR com a FISIOMED, a PRÓ-MÉDICA, o Instituto Pedagógico de Cabo Verde e Ministério de Trabalho Formação Profissional e Solidariedade Praia, 15 Abril – Decorreu esta manhã a celebração do segundo aniversário de ACARINHAR, Associação das Famílias e Amigos de Crianças com Paralisia Cerebral. No Auditório Nacional, Cidade da Praia, durante toda a manhã de hoje, houve festa: ginástica rítmica e música. “Juntos pela Igualdade” foi o lema da jornada, que culminou com a assinatura de protocolos da ACARINHAR com a FISIOMED, a PRÓ-MÉDICA, o Instituto Pedagógico de Cabo Verde e Ministério de Trabalho Formação Profissional e Solidariedade.
Foi lembrado o trabalho da Associação ao longo dos seus dois anos de existência, tendo sido apresentado um “Estudo de Caso” pelo Mestrando em Educação Especial Euclides Furtado.
Dois anos de vida activa em prol das crianças afectadas por paralisia cerebral: uma causa justa que merece o apoio de toda a sociedade cabo-verdiana. |
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